Degusto Brands
A Degusto Brands é uma empresa de bebidas alcoólicas premium
Total Investido
R$ 265.000
Valor mínimo
R$ 480.000
Valor objetivo
R$ 720.000
37% Investido
42% Pedidos
Valor objetivo
R$ 720.000
Participação societária
9,6%
Total investido
R$ 265.000
Investidores
21
Investimento mínimo
R$ 5.000
Disponível
63%
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Resumo

Degusto Brands - Uma empresa de bebidas alcoólicas premium

 

 

O Negócio

 

Com foco no mercado de cachaças e licores, possuem 10 SKUs, que abrangem todo o mercado brasileiro;

 

Com 3 pessoas no time, fabricação e logística terceirizadas, estamos protagonizando a maneira de consumir o destilado brasileiro;

 

Quero Chuva é a cachaça para quem não bebe cachaça. Disponível nos sabores de Mel, Limão, Canela, Coco, Açaí e Banana — além da Tradicional, com teor alcoólico superior;

 

O Brasil produz 1/3 de todo o café mundial, sendo que o café é a 2ª bebida mais consumida no mundo. Transformamos essa paixão pelo grão em um licor premium, com cafés especiais brasileiros;

 

A Cafuné, que será lançada em junho/24, é a cachaça para quem já bebe cachaça. Criada para atender a bares e restaurantes que não trabalham com coquetelaria.

 

 

Realizações

 

Triplicamos o faturamento do 1Q23 VS 1Q24. Crescemos 3,9 vezes entre 2023 e 2021, sem receber nenhuma rodada de investimento;

 

Crescimento médio de 57% a.a. Atingimos R$1,1 milhão de faturamento nos últimos 12 meses, com apenas 3 pessoas na equipe;

 

Grandes clientes como Dufry, Pão de Açúcar, Zona Sul, Rappi, Zé Delivery e mais de 80 bares e restaurantes;

 

Mais de 200 pontos off trade e 100 pontos on trade;

 

Atingimos o breakeven.

 

 

Mercado Potencial

 

O mercado de destilados mundial é de US$619 Bilhões;

 

O Mercado brasileiro de destilados é de R$26 Bilhões, sendo que 32% são de cachaças e licores;

 

O Brasil exporta menos de 2% do que produz de destilados.

 

 

Metas de 12 meses com o investimento

 

Atingir R$ 2 milhões de faturamento;

 

Aumentar o time comercial para que possamos expandir nossas operações no Rio de Janeiro e em São Paulo;

 

Desenvolver novos produtos, com base na demanda de mercado.

 

 

Equipe Executiva

 

Gabriel Collares – Co-founder & marketing/produção/financeiro: Formado em Publicidade pela PUC-RIO e MBA em Marketing pela FGV. Longa experiência com o mercado de eventos, essencial para profunda visão de mercado de bebidas. Experiência anterior com startup de delivery de bebidas. Passou por empresas como TIM, B2W, Globo e Dufry.

 

Leonardo Gama – Co-founder & comercial/logística: Formado em Administração pela IBMEC e MBA em Marketing pela FGV. Longa experiência comercial no mercado de importação e distribuição de bebidas e indústria farmacêutica. Passou por: Buena Importadora, GSK, GE Healthcare e XP.

 

 

Resumo de Fatores de Risco

 

Investimento – perda de capital, falta de liquidez, falta de dividendos pagos ao investidor, possibilidade da distribuição parcial dessa oferta, diluição.

 

Negócio – empresa nascente, pode não atingir as previsões, concorrência, macroeconomia, regulamentação, necessidade de complemento de capital.

 

Conversibilidade – possibilidade da emissora não se transformar em sociedade anônima ou não emitir ações necessárias para efetuar conversão, perda de capital no caso de recusa pelo investidor de deter as ações

 

 

Veja os fatores de risco completos antes do tomar uma decisão de investimento.

Equipe
Fórum8

Comentários

Bem-vindo(a) ao fórum da rodada de investimento da Degusto Brands.
Esse fórum é um dos canais disponíveis para tirar suas dúvidas sobre a oportunidade de investimento na Degusto Brands das Regras Gerais dos fóruns na plataforma EqSeed, conforme escrito abaixo.
Qualquer dúvida, por favor, não hesite em entrar em contato através do e-mail investidores@eqseed.com.
Abraços,
Natália Szmaragd
Relações com Investidores – EqSeed.
O fórum da rodada, possibilita aos investidores o encaminhamento de dúvidas e a solicitação de informações adicionais relativos especificamente à rodada de investimento. As perguntas serão respondidas pelos fundadores da Degusto Brands e/ou da equipe da EqSeed conforme atribuição. Perguntas e comentários que não forem relacionados especificamente à rodada de investimento em questão, ou manifestações e questões que não se enquadrem no objetivo do fórum, serão apagados do fórum e respondidos separadamente pela equipe da EqSeed. É expressamente proibida a divulgação de informações pessoais ou a solicitação das informações pessoais de outros usuários da Plataforma EqSeed nos fóruns, bem como a divulgação de qualquer mensagem ofensiva e/ou inadequada. Obrigado pela compreensão.

Olá!

Por que o faturamento tem oscilado tanto mês a mês?
Gostaria também de esclarecimento com relação à DRE.
1. Por que a empresa deduz o estoque do Custo dos Produtos Vendidos?
2. Por que a DRE não apresenta o resultado final de 2023 após os impostos?

Olá, Anderson! Tudo bom?

Obrigado pelas perguntas.

Sobre o faturamento, temos grandes clientes que colocam pedidos espaçados. A medida que vamos alcançando mais clientes, a tendência é diluição do faturamento, tornando-se mais linear.

Em relação aos esclarecimentos sobre a DRE:
1. A explicação do nosso contador foi: "Esse valor é determinado pela seguinte equação: custo do produto vendido = estoque inicial + compras - estoque final. A empresa, em 2023, só apresentava o saldo do estoque final, por isso a DRE não apresenta o valor inicial."
Vale ressaltar que no balanço, que consta no pacote de documentos financeiros, esse mesmo valor aparece na linha de estoques.

2. A Degusto, por ser enquadrada no Simples Nacional, é tributada pelo faturamento e não pelo resultado (lucro).
Dessa forma, o resultado final, após os impostos, é apresentado na DRE (Resultado Operacional Bruto).

Reforço que estamos operando em breakeven e reinvestimos todo o lucro na própria Degusto.

Espero ter esclarecido suas dúvidas.
Gabriel Collares - Co-founder Degusto

Oi, pessoal.

Minhas questões nesse momento se referem à produção e propriedade intelectual. Vocês falam de produção terceirizada mas não apresentam detalhes importantes para ajudar na análise.

1 - Em que região é produzida a cachaça? Tanto a Quero-chuva (que imagino ser uma cachaça "de entrada" quanto a Cafuné são produzidas na mesma região?
- Para o apreciador de cachaça a região de origem é importante. Para o público de Quero Chuva, talvez esse ponto não seja relevante, mas para o público de Cafuné, provavelmente será.
- O Brasil tem cerca de 11 pólos produtores de cachaça e, em cada um desses, um sem número de produtores de diversos tamanhos. A qualidade da cachaça varia tanto pela qualidade do solo de cada região quanto pela "tecnologia" de processo empregada na sua produção.
- Se a cachaça de vocês for produzida na região metropoitana de POA, por exemplo, pode ter sofrido agora um grande impacto com as inundações recentes. Se acontece algo desse tipo, qual o Plano B da empresa para não parar de produzir?

2 - Além da Região, seria interessante saber qual o fornecedor da produção da cachaça com o rótulo de vocês. E qual a relação. Do ponto de vista das inspeções sanitárias, eles produzem como CNPJ deles e a Degusto e suas marcas usam um white-label ou a produção é feita no CNPJ da Degusto? Sendo no da Degusto, que ingerência a empresa tem nos processos de produção garantindo que todas as normas de higiene, saúde e segurança estejam sendo cumpridas?

3 - Na produção terceirizada, quais os cuidados a empresa adota para garantir que não haja mão-de-obra escrava, infantil na produção da cana-de-açucar e mesmo no engenho? Como garante que a fábrica esteja dentro dos padrões ESG desejáveis?

4 - Qual o tempo de duração de contrato com o fabricante terceirizado? Se ele não quiser renovar o contrato de produção e a DEGUSTO for obrigada a mudar, significando mudança no paladar da cachaça, por exemplo. Como garantir que o produto não osciule a qualidade uma vez que a produção é terceirizada e o processo, mesmo industrial, tem um quê de artesanal.

5 - As marcas Quero-chuva, Cafuné etc... estão registradas no INPI? Apenas para bebidas ou com aplicações mais amplas. Pergunto porque o nome da empresa Degusto Brands e a própria lógica aplicada até então de terceirizar a produção e log;istica, me remete a uma construção e gestão de Propriedade Intelectual/Marcas, do que estar limitado ao negócio das bebidas apenas.

- Sendo as marcas um ativo importante, vocês tem ideias de expansão para lojas próprias com marcas da empresa, no modelo que faz a APTK Spirits? Ou sempre serão B2B e B2B2C?

6 - Qual a estratégia de saída de longo prazo de vocês? Construção das marcas para venda da empresa para um grupo como Diageo, Pernod Ricard ou Bacardi-Martini, por exemplo?

Muito obrigado.

MA

Oi, Marcelo, tudo bem?

Obrigado pelas perguntas.

As duas marcas são produzidas em Piracicaba-SP, que é um importante polo produtor de cana-de-açúcar. E sim, perfeito, para o consumidor da Cafuné provavelmente importará a região de produção.

A indústria responsável pela produção é a Capuava e a envasadora a BBL, do mesmo grupo. Temos um contrato que cumpre vários pontos que nos dão segurança, como por exemplo, confidencialidade de receitas.

Sobre plano B em caso de uma eventualidade local, existem inúmeras indústrias capazes de produzir seguindo nossas receitas e padrões de qualidade. Essa alternativa também vale para caso a indústria opte por parar de produzir para a Degusto. Além disso, costumamos trabalhar com uma profundidade de estoque segura dentro de todos os nossos itens, que vão além da Quero Chuva Prata e da Cafuné.

Explicando agora a nossa operação junto a indústria: é realizada industrialização por conta e ordem. A Degusto compra os insumos, remete para a indústria, que produz e devolve uma nota fiscal com o produto acabado.
Essa indústria, a propósito, produz cachaça para grandes marcas já conhecidas no mercado, cada uma com seus padrões e receitas, mas que optam por envasar em outro local. Já a envasadora, executa esse mesmo serviço para outras empresas menores. Toda produção é supervisionada por nós. De qualquer forma, é uma empresa com todos os documentos exigidos por MAPA, ANVISA e IPEM para produzir, que cobrem todos os pontos sensíveis que você comentou, além de serem fiscalizados periodicamente.

Sobre INPI, Quero Chuva tem registro na classe de alcoólicos (33) e Cabra Lab tem registro nas classes 33 e 32. Cafuné foi dada entrada em março de 2023, ainda aguardando o registro. A Degusto tem foco na criação e desenvolvimento de marcas de alcoólicos, mas temos a possibilidade de produzir também outros produtos, principalmente bebidas não alcoólicas, seja com novas marcas ou com extensão de linha, caso do Cabra Lab, registrada também na classe 32, de não alcoólicos.

Não está nos nossos planos hoje ter loja própria. Acreditamos que é um caminho que exige investimentos muito altos. Nossa ideia é seguir ativando as marcas em eventos, quando conseguimos estabelecer melhores conexões com o consumidor. Um exemplo, é o Rio Gastronomia, em que a Quero Chuva será a cachaça oficial do evento.

Sobre a estratégia de saída, você está correto. Construir marcas ao ponto que se tornem relevantes para serem adquiridas por algum grupo. Temos como premissa na construção de produtos e marcas, a possibilidade de serem trabalhadas no mundo inteiro, não somente no Brasil, o que se torna mais interessante para as multinacionais.

Nós participamos de um webinar na abertura da rodada e lá explicamos alguns pontos importantes do negócio. Convido você a assistir caso queira ver mais sobre nosso modelo e o que temos feito.

Também fico à disposição para uma reunião, para te ouvir e esclarecer dúvidas que possam ainda existir.

Atenciosamente,

Gabriel Collares - Co-founder Degusto

Muito obrigado, Gabriel.

Vamos tentar essa reunião, sim. De qualquer forma, muito sucesso pra vocês na rodada e na execução do negócio!

Oi pessoal, tudo bem?
Primeiro, parabéns pela empresa.
Duas perguntas:
- sobre a formulação: ainda não há obrigatoriedade de rotulagem nutricional, mas se ela houvesse, a quero chuva receberia lupa de alto teor de açúcar adicionado? me questiono se a posição da Degusto, ao invés de abrilhantar um patrimônio alimentar brasileiro, não se mistura a um movimento enorme da indústria de bebidas em criar marcas com pegada jovem/cool e fresh, com alto dulçor e muitos aditivos saborizantes, que incentiva a iniciação de adolescentes e jovens ,especialmente meninas, no uso/abuso de bebidas alcoólicas. Existe um limiar muito tênue entre tornar a bebida deliciosa no dulçor/sabor x mascarar seu teor alcóolico, e o índice de açúcar adicionado ajuda nessa compreensão.

- no webinar, a partir de uma pergunta da Natalia, você comenta uma margem de lucro, mas meus cálculos pelo DRE demonstram outro valor. Qual a margem de lucro liquida que vocês tem hoje?

Obrigada,
Manoela

Oi Manoela, tudo bem?

Primeiramente muito obrigado.

Sua pergunta é muito boa, porque é algo que está no nosso radar, mesmo que ainda não seja obrigatório. Hoje, para líquidos, a partir de 15g de açúcar adicionado por 100ml, deve receber a lupa. Então para a linha de aperitivos saborizados, se seguisse a mesma regra de quantidade, sim, teríamos que colocar nos rótulos. Já a Quero Chuva Prata, cachaça tradicional, não teria, pois não tem açúcar adicionado.
O aperitivos saborizados, a propósito, tem teor alcóolico mais baixo, de 20%.

De qualquer forma, a nossa preocupação já existe para a quantidade de álcool consumida e a nossa comunicação é justamente para o consumo consciente. Consequentemente, o consumo de açúcar também será moderado.

O brasileiro em geral prefere bebidas mais doces e o segmento dessa linha de produtos é basicamente de bebidas com açúcar adicionado. No entanto, se comparados com a média dos concorrentes, nossos itens têm menos açúcar e medimos isso pelo Brix de cada bebida.

Ainda sobre um possível consumo exagerado de álcool e açúcar, o próprio posicionamento de preço desincentiva isso. Além disso, apesar de uma comunicação e embalagens divertidas, impactamos consumidores de todas as faixas etárias, com faixas bem distribuídas.

Obviamente, o público mais jovem é mais interessante para qualquer empresa de destilados, pela possibilidade de uma relação de consumo mais duradoura. A linha de aperitivos da Quero Chuva, é provavelmente o primeiro contato desse consumidor com o segmento tão estigmatizado da cachaça e muito dificilmente o primeiro contato do jovem com alguma bebida alcoólica, sobretudo no nicho que atuamos.

Sobre a outra questão, nossa margem de lucro líquida é cerca de 15%, no entanto a gente vem reinvestindo todo esse lucro, seja para acelerar a parte de marketing, seja para desenvolvimento de novos produtos, como a Quero Chuva Banana, o Cabra Lab e a Cafuné, últimos lançamentos.

Fico à disposição para outras dúvidas.

Obrigado,

Gabriel Collares – Co-Founder Degusto

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